O Brasil está perto de ter 30 mil eletropostos ativos. Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o país já conta com 29.866 estações de carregamento públicas e semipúblicas.
Os equipamentos de corrente alternada (AC) são maioria – 18.469. Já os de corrente contínua (DC) são 11.397 do total.
A frota de veículos elétricos plug-in no Brasil (BEV e PHEV), contabilizada de 2022 a agosto de 2026, totaliza 639.133 unidades, o que representa uma relação de 21,4 veículos elétricos plug-in por ponto de recarga.
Crescimento em relação a junho
De acordo com o levantamento de junho deste ano, o país tinha 25.429 eletropostos. Um trimestre depois, portanto, este número saltou 17,45%.
São Paulo é o estado com maior concentração, com 7,864 estações. Em seguida, estão Paraná (2.513), Rio Grande do Sul (2.422), Santa Catarina (2.333) e Minas Gerais (2.295).
Sudeste e Sul
As regiões Sul e Sudeste ainda concentram boa parte da infraestrutura de recarga, com 42,4% e 24,3% do total. Em seguida, o Nordeste tem 18,7%, o Centro-Oeste tem 11,2% e o Norte abrange 3,4% do total dos carregadores.
“Quase 2 mil municípios brasileiros já têm onde carregar um carro elétrico, e mais de mil deles já têm carga rápida. A pergunta do consumidor deixou de ser se existe carregador no país e passou a ser se existe carregador no caminho que ele faz. Isso só foi possível porque o Brasil resolveu o problema do equipamento: o custo caiu, a tecnologia amadureceu e o operador aprendeu a instalar. O gargalo agora é anterior ao carregador. Está no prazo e nas condições de conexão de uma nova carga à rede. A consulta pública que a ANEEL abriu neste mês trata exatamente disso, e é a discussão mais importante do setor até o fim do ano”, explica Davi Bertoncello, diretor executivo da Tupi e diretor de Comunicação da ABVE.
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